A Polêmica Maternidade Maria Amélia É Boa ou Ruim?

Antes de começar o post quero dizer duas coisas:

1- Não leia esse post se você tem o estômago e o coração fracos. É um assunto polêmico, mas eu precisava falar sobre isso. Para quem estiver pensando em ter o bebê nessa maternidade sugiro que a leitura seja feita. A decisão é sua.

2- O Hospital Maternidade Maria Amélia Buarque de Holanda fica localizado no centro da cidade do Rio de Janeiro. Então todas as sugestões de médicos, grupos de apoio etc, são todos relacionados à cidade do Rio de Janeiro.



Boa leitura:

mais-uma-morte-de-crianca-no-hospital-municipal-maria-amelia-buarque-de holanda

Fonte: Jornal do Brasil

Esses dias li uma matéria em um jornal online de que grávidas que têm plano de saúde estão optando por terem seus filhos pelo SUS. É fato que os planos de saúde são uma máfia e pagam mal seus obstetras e quem sofre a consequência dessa atitude somos nós. Essas mulheres que mesmo podendo ter seus filhos em hospital particular optam pelo SUS porque querem ter um parto normal, que deveria ser direito da mulher em qualquer hospital e com qualquer médico, mas não é isso que acontece. Os médicos cobram de 10 a 20 mil reais para realizarem um parto normal e é difícil encontrar um que aceite fazer pelo plano.

Não imaginei que isso estava acontecendo com tanta frequência no Brasil e que fosse acontecer com pessoas próximas a mim.

Hoje estava conversando com o padrinho do Eric, que vai ser pai novamente (ele já tem uma filha de 7 anos). Ele me disse que primeiramente teriam o filho na Perinatal (um dos hospitais particulares mais famosos no RJ), mas que estavam considerando ter o bebê na maternidade Maria Amélia Buarque de Holanda, no centro do Rio, pois estão desconfiando que o obstetra deles vai partir para uma cesárea (não sei muitos detalhes sobre isso).

Na hora me assustei porque me lembrei de ter lido casos horrendos de mães que perderam os seus filhos nesse hospital maternidade. Li em um grupo grande de mães do Rio de Janeiro, no Facebook, o Moms. Esse grupo na época em que vi os relatos, tinha umas 10 mil participantes. Hoje em dia são quase 13 mil.

Lembro desses relatos porque vieram das mães que passaram pela situação. As próprias mães, umas 5 delas, foram no grupo contar os seus relatos de terem perdido os filhos. Todos pelo mesmo motivo: os profissionais dessa maternidade queriam fazer parto normal a todo custo e não cederam para cesárea. Não cederam porque a maternidade é referência no RJ em parto normal e não queriam aumentar o número de cesáreas. Esses foram os relatos dessas mães. Resultado: os bebês já nasciam mortos ou ficavam alguns dias na UTI e depois morriam.

Voltei atualmente no Moms e vi que o post principal havia sido apagado (segundo as participantes alguma moderadora o apagou), mas consegui achar o depoimento de uma das mães, Carla Marins, está aí abaixo pra vocês lerem. É só clicar na imagem para ampliar.

depoimento carla marins no moms sobre o hospital maria amelia buarque de holanda completo

Em seu perfil no Facebook a própria Carla Marins pede para que os amigos compartilhem a matéria abaixo. No vídeo da matéria própria a Carla Marins conta um pouco da sua história:
Mulheres perdem filhos em partos humanizados em hospital do Rio
O vídeo é um tanto quanto sensacionalista mas a história é real.

Ela também pede para compartilharmos essa notícia abaixo, que é a história de Rafael e Helena:
Nova Morte em Maternidade

Há muitas discussões nesse grupo de mães, algumas defendendo a maternidade, outras com medo só de ouvir falar no nome (assim como foi a minha reação inicial), algumas gostaram da experiência que tiveram lá e outras odiaram. Se você tiver mais interesse sobre o que tem sido discutido no Moms é só pedir para entrar no grupo e usar a lupa para procurar por “Maria Amélia” ou “MMA”.

Existem outros muitos relatos em uma página do Facebook chamada Mães de Luto, em que essas mães, que perderam seus bebês, contam as suas experiências.

Alguns outras histórias também podem ser encontrados em um grupo chamadoEu já sofri na maternidade Maria Amélia Buarque de Holanda

Denúncias ao hospital fizeram com que a prefeitura revisse as metas e mais uma denúncia nessa reportagem do Jornal do Brasil. Antes a meta do hospital era ficar em no máximo 15% de cesáreas, meta essa definida pela Organização Mundial de Saúde. Em dezembro de 2013 a Secretaria Municipal de Saúde definiu que a meta passaria para 34% no máximo de cesáreas. Segundo Marcelo Burlá, presidente da Sgorj, essa mudança serve para diminuir a pressão nas unidades médicas.

Só em fevereiro de 2014 a justiça recebeu 11 denúncias a essa maternidade. Será que alguma coisa mudou?

Deixo aqui abaixo alguns depoimentos de pessoas que passaram por esse descaso na Maternidade Maria Amélia (clique nas imagens para ampliar):
1- Lena Barros – desabafo de uma vó:

desabafo de uma vo lena barros sobre o hospital maternidade maria amelia buarque de holanda completo

2- Jeniff – relato de um parto mal sucedido:

relato de parto jenif sobre hospital maternidade maria amelia buarque de holanda completo

3- Pais da Isabella – um parto que não deu certo:

depoimento de parto mal sucedido isabella sobre o hospital maternidade maria amelia buarque de holanda completo

Descansem em paz: Marcel, Beatriz, Gabriella, Isabella, Emily Vitória, Pyetra e outros bebês cujos nomes não encontrei para colocar aqui.

OBS: Me recuso a colocar foto dos bebezinhos sem vida aqui. Vou preservar as imagens dos pais e dos filhos. Se você quiser maiores informações é só procurar no Facebook que vai achar. Está aberto para todo mundo ver.

Pedi socorro no Moms para que alguém me desse um relato bom sobre o hospital e o resultado foi esse (clique na foto para ampliar):

minha pergunta no moms sobre o hospital maternidade maria amelia completo

MINHA OPINIÃO SOBRE ISSO TUDO:
Eu li muito mais do que eu escrevi e coloquei acima. É muita coisa pra ler, é muita história pra ver os detalhes… passei três dias lendo os relatos e pesquisando sobre o assunto. Chorei a cada relato. Só quem é mãe consegue se colocar no lugar de outra mãe. Mãe nenhuma merece perder o seu filho. Dói muito e é uma ferida que fica aberta para a vida inteira.



Li em diversos depoimentos que o profissional nesse Hospital Maternidade não usa crachá para se identificar se é médico, enfermeira ou qualquer outra coisa… não sei se mudou. Acho bem complicado colocar a responsabilidade de tudo isso que aconteceu em cima somente dos médicos enquanto toda equipe é responsável. Mas é claro que existem médicos bons e ruins em tudo que é local. Assim como existem profissionais bons e ruins em qualquer área. Ouvi falar nomes de médicos excelentes que atendem nessa maternidade e atendem também particular. Médicos caros e renomados na área da obstetrícia que lutam pelo direto da gestante a um parto normal e humanizado. Mas cair nas mãos de um deles, dentro dessa maternidade, é questão de sorte.

Então, eu não teria o meu filho com um médico que eu não conheço, que eu nem sei se confio. Ao menos não no Brasil (porque aqui eu tenho opção mesmo). Mas essa não é a realidade de todas as mulheres, muitas dependem de um sistema de saúde que não é o ideal (nem o particular é ideal pra falar a verdade). A forma como a gravidez e o parto são conduzidos no SUS no Brasil se assemelha à maneira de como é conduzido aqui (pra quem não sabe, eu moro na Irlanda). Você se consulta a gravidez inteira com um médico e no final vai pro hospital ter o filho com a enfermeira obstetriz. O médico só é chamado em caso de complicação. Aqui isso dá certo, no Brasil nem sempre.

Se a minha única opção no Brasil fosse o SUS eu iria para esse hospital, que é referência em parto normal e parece ser um bom hospital no geral (para quem não sabe, meu filho nasceu no Brasil). Essa maternidade era para ser um hospital referência em parto normal humanizado, mas não achei nada de humanizado pelo que li (leia os relatos para entender o porquê). Tem muita coisa para melhorar ainda.

É certo que hospitais particulares como a Perinatal têm também as suas histórias de horror, mas são bem menores. Eu mesma conheço dois casos, mas nos dois casos os bebês estão muito bem e vivos com suas mães.

Eu tendo condições para ter meu filho num hospital particular não iria para o SUS. Eu acho que quem quer muito um parto normal deve procurar uma doula e um obstetra que seja a favor do parto normal. Eu acho que muito melhor do que ter um parto normal é ter um parto HUMANIZADO, seja ele cesárea ou normal, que mamãe e bebê saiam bem e vivos, que todos saiam felizes, sem sofrer violência obstétrica e que a vontade da mãe seja respeitada sempre que possível. Mas isso é o que EU acho e cada um pensa diferente, certo?

Pelo que entendi do Hospital Maternidade Maria Amélia Buarque de Holanda tudo vai depender de que equipe médica você vai pegar. Pode ser uma experiência maravilhosa ou uma experiência ruim. É questão de sorte.

Se você decidiu arriscar a sorte e ter o seu filho lá, sugiro que siga os conselhos abaixo:
1- Procure uma doula de confiança (muitas doulas não cobram para te acompanhar).
2- Participe dos encontros do Ishtar (são gratuitos).
3- Visite a maternidade MMA para conhecer as dependências.
4- Veja como fazer para transferir para outro hospital, o mais rápido possível, caso você sinta que algo esteja saindo errado. O ideal é já ir para o hospital com essa carta na manga.

Para quem quiser mais opiniões positivas sobre o Hospital Maria Amélia volte duas casas e abra a imagem acima, da minha pergunta no grupo Moms. 😉

O meu desejo para você é que o seu bebê venha com muita saúde e que o seu parto seja uma experiência incrível!

Se você vai ter o seu bebê no Hospital Maternidade Maria Amélia, saiba que é um dos melhores hospitais do SUS no Rio de Janeiro. Leia aqui esse passo a passo e dicas de como ter um parto tranquilo no MMA.

Tem também um texto muito bom que é um relato de parto de uma mãe que teve o seu filho no MMA.

24 Comments:

  1. The Godfather

    Por que o 2º e o 3º relatos são exatamente iguais mas num a criança se chama Gabriella e no outro Isabella? Que esquisito isso!

    Os perfis permanecem no facebook,

    PS: estávamos falando em conhecer o local e o staff ontem.

    De resto, nada está definido ainda.

  2. The Godfather

    Ah sim. Alguns relatos legais, comentando os aspectos positivos e negativos, do MMA de partos em que tudo correu bem:

    http://www.partonorio.com/#!rudinha/c182t
    http://www.partonorio.com/#!daniella/c16vg
    http://www.partonorio.com/#!sheyla/c1t6u
    http://www.partonorio.com/#!lea/c15kv

  3. O conceito de parto humanizado nessa maternidade esta distorcido. Acredito que se houver alguma complicação a gestante deveria fazer cesária. Parece que nesse lugar eles forçam o parto normal em todas as paciente mesmo quando a mae ou o bebê correm algum risco. Preferem perder vidas e manter a porcentagem de cesárias do que salvar vidas. eu jamais teria meu filho nesse lugar.

  4. Informo que há 2 semanas morreu uma mãe lá . Só procurar no face. Pai da Isabel lá que vos fala. Esse depoimento está igual pq copiaram errado. Eu compartilhei e o meu depoimento não se encontra aí. Leonardo de mortes. Pai de Isabel lá

    • Thata Tagarela

      Oi Leonardo, se você quiser me mandar o depoimento original eu posso atualizar a página. Sinto muitíssimo pela sua perda. Também perdi um neném, que nem chegou a nasceu e me doeu (e ainda dói) demais. Não consigo imaginar a sua dor! Se puder mande o seu depoimento para contato@mamaetagarela.com

  5. Faço pré natal pelo SUS não tenho a minima condição de ter um bebe em um hospital particular, e acabei sendo encaminhada para o Maria Amélia, eu to em desespero, meu filho ta previsto para i mês de maio e eu não sei o que fazer, minha medica do SUS diz que não pode me transferir de maternidade , eu não sei se eu for pra outra maternidade eu serei aceita estando escrito no cartão do pré natal que eu estou encaminhada pra lá, é meu segundo bebe, e pode ou não haver complicações , só sei que não durmo direito pensando o que fazer, preciso de uma luz, alguma coisa que me acalme.

    • Thata Tagarela

      Aline, para quando é o bebê? Olha, o Maria Amélia melhorou muito desde esses acontecimentos. Inclusive uma amiga teve filho lá 1 mês atrás. Esse final de semana vou visitá-la e perguntar como foi. Pretendo pedir para ela escrever sobre o relato de parto dela. Mas já li relatos de muitas mães que tiveram filho lá, não por falta de opção, mas por escolha mesmo e adoraram. Entra no MOMS (Facebook) e pergunta lá que elas vão te dar uma luz. Fica calma que vai dar tudo certo. Vou procurar as informações e te passar. Procura também esse grupo Ishtar, as reuniões são gratuitas.

      • Katia Silveira

        Querida infelizmente mais um bebê faleceu, eu acho que o MOMS deveria fazer plantão 24 horas lá dentro para terem a visão real do que ocorre naquela maternidade

  6. boa tarde

    sou a avo de pyetra barros segue meu email para maiores esclarecimentos estive naquele açougue .
    e agora o ministerio publico se manifestou e ouvlra a Mayara
    mariamadalenabf@hotmail.com

  7. Danielle Rosa

    Minha nora e eu tivemos que bebê estava sentado e mesmo assim deixaram ela esperar, tivemos que pedir muito a Deus e muita insistência para que fizessem o parto cesária.
    Hospital com pessoas despreparadas e sem um pingo de comunicação.

  8. Katia Silveira

    Mais um bebê morre durante parto na maternidade Maria Amélia. MPE inicia depoimentos de pais
    “Me roubaram o direito de segurar o meu filho no colo, me entregaram ele morto”, diz pai de bebê
    Jornal do Brasil
    Hoje às 11h20
    A procuradora Deise Barboza Passos Ribeiro, do Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro (MPE-RJ) começa a ouvir nesta segunda-feira (1/6) pais de bebês que morreram durante procedimento de parto humanizado na Maternidade Municipal Maria Amélia Buarque de Hollanda nos dois últimos anos, no Centro do Rio. No último dia 27, mais uma criança foi à óbito durante o parto na maternidade.

    O casal Tarcísio Vieira Chaves, de 32 anos, e Ana Paula do Nascimento Santos Vieira, 26 anos, acusa o hospital de erro médico e pretende registrar o caso na delegacia. “Levei meu filho para um matadouro. Me roubaram o direito de segurar o meu filho no colo, me entregaram ele morto. Ninguém nunca mais vai tirar esta dor do meu coração”, desabafa o pai.

    Ana Paula realizou o pré-natal em um posto de saúde no bairro da Ilha do Governador. Segundo o casal, Ana Paula apresentava boa saúde no final da gestação e os batimentos cardíacos do bebê também estava normal. Ela foi encaminhada pela médica obstétra para fazer o parto na Maternidade Maria Amélia. “Fomos conhecer a maternidade um mês antes do parto e lá nos informaram que a minha esposa teria livre arbítrio para escolher o tipo de procedimento, então, deixamos claro que a preferência era cesariana”, conta Tarcísio.

    Segundo Tarcísio, a gestante começou a sentir os primeiros sintomas do parto no dia 14 de maio e procurou a maternidade. “Mas mandaram ela de volta para casa”, conta. Dois dias depois, Ana Paula procurou a maternidade por três vezes, com fortes contrações, e foi dispensada pela equipe técnica de plantão. No dia seguinte, 17 de maio, a gestante foi internada. “Ela estava reclamando de muita dor e sentia sair um líquido, mesmo assim eles não fizeram a cesariana”, afirma o pai. Uma ultrasonagrafia foi realizada na segunda-feira (18) e os pais informados que o bebê estava bem.

    Tarcísio conta que na terça-feira (19), Ana Paula sentiu o rompimento da bolsa por volta do meio dia. “Ela passou o dia inteiro com dores insuportável e forçaram demais para ela ter parto normal. Quando viram que não tinha mesmo passagem para o bebê, levaram ela para o Centro Cirúrgico para fazer uma cesariana, mas já era por volta das 20 horas. Ela chegou a desmaiar”, conta Tarcísio.

    A criança, de acordo com os pais, nasceu por volta das 3 horas da manhã e o médico informou que ele estava saudável. “Depois o médico veio me explicar que ele teve um problema pulmonar decorrente de uma infecção da mãe. Isso é impossível, ela estava bem”, conta o pai, acrescentando que para ele o caso foi de “assassinato”. “Forçaram demais para um parto normal, contra a vontade da família”, diz ele, anunciando que fará nesta segunda (1) um registro policial do caso. A criança morreu no dia 27 de maio. “A minha mulher ainda está com grande sequela emocional e esta semana ela vai passar por exames clínicos, para saber de, talvez, outras consequências disso tudo”, salienta Tarcísio.

    MPE vai apurar “possível lesão aos direitos da saúde”

    Na intimação enviada pelo MPE aos pais, o órgão informa sobre a instauração do procedimento para apurar “possível lesão aos direitos da saúde”. No final do ano de 2013, um grupo de mulheres denunciou os supostos casos de negligência médica nas redes sociais. Na época, o MP do Rio confirmou a existência de processo criminal contra a maternidade, originado de um registro policial coletivo feito por pais cujos filhos morreram após o parto. As acusações contra a direção da maternidade foram de falsidade ideológica e homicídio culposo. Em entrevista ao Jornal do Brasil, as mães relataram um verdadeiro “diário do horror”, como elas mesmas apelidaram.

    ALGUÉM ME DIGA O QUE MELHOROU NAQUELE LUGAR

  9. Maria Antonia

    Esta página é de uma das mães que teve seu bebê morto nesta maternidade. Deem uma olhada, curtam e se possível ajudem a compartilhar para mostrar o que anda acontecendo nesta maternidade. https://www.facebook.com/pages/Justi%C3%A7a-pelo-Anjo-Marcel/1385211315140568

  10. Patrick Borges

    Meu bebê nasceu ontem lá e hj tive uma notícia que parece ser comum lá: os 4 bebês que estão na mesma enfermaria (208) estão com sífilis. Mas como assim? Eu e minha noiva nunca tivemos essa tal doença e mesmo assim ela foi diagnosticada no início da gravidez,se tratou na própria maternidade e e novamente diagnosticada como curada. Questiono a enfermeira sobre isso e ela me responde que 70 % dos bebês em todas as maternidades nascem com essa doença. Hã? Como ? Creio que isso seja levantado pela pelos órgãos competentes,pois todos os bebês ganham alta com 10 dias. Todos reagem da mesma forma ao tratamento? Outro absurdo que presenciei foi a utilização de um único elevador em funcionamento (são 4 no total) para as mães e visitantes se locomoverem e nesse mesmo elevador, ser usado para o pessoal da limpeza descer com as lixeiras cheias de lixo e depois voltando com elas vazias ? Será que não corre nenhum risco de contaminação?

  11. Luciana Moraes da Silva

    Eu quase morri, meu filho quase morreu, fomos torturados! eu fui torturada duas enfermeira montaram em cima de mim forçando parto normal , minha barriga ficou cheia de hematomas da marca di cotovelo das duas enfermeiras, até que meu filho com 4 horas de tentativa saiu até a altura da sombrancelha eu estava à beira da morte meu coração estava parando foi quando eles desistiram viram que eu estava morrendo e pararam empurraram o meu filho de volta para dentro e me deram uma anestesia errada que pegou no meu filho que nasceu todo paralisado e levaram ele pra UTI meu filho recuperou os movimentos 3 horas depois graças a Deus e o pulmão dele havia paralisado, eu quase morri meu filho quase morreu, estamos vivos graças a Deus por q por eles nos teríamos morrido, nos sofremos demais. Infelizmente outras mães e bebês não resistiram as torturas dessa maternidade

  12. Luciana Moraes

    maternidade Maria Amelia buarque de Hollanda Eu quase morri, meu filho quase morreu, fomos torturados! eu fui torturada duas enfermeira montaram em cima de mim forçando parto normal e a médica fazendo sucção com vácuo , minha barriga ficou cheia de hematomas da marca di cotovelo das duas enfermeiras, até que meu filho com 4 horas de tentativa saiu até a altura da sombrancelha eu estava à beira da morte meu coração estava parando foi quando eles desistiram viram que eu estava morrendo e pararam empurraram o meu filho de volta para dentro e me deram uma anestesia errada que pegou no meu filho que nasceu todo paralisado e levaram ele pra UTI com a cabeça toda ferida em carne viva por terem usado o vácuo ( descobri depois q esse equipamento é proibido) meu filho recuperou os movimentos 3 horas depois graças a Deus e o pulmão dele havia paralisado, eu quase morri meu filho quase morreu, estamos vivos graças a Deus por q por eles nos teríamos morrido, nos sofremos demais. Infelizmente muitas mães e bebês não tiveram a mesma sorte, só pesso em oração que Deus conforte os corações da família e cuide dos anjinhos que se foram

  13. Bom dia!
    Alguém conhece a Dra Aline Monteiro de Oliveira, obstetra da Maternidade Maria Amélia? Conhece relatos, partos feitos por ela?
    Muito obrigada!

  14. Catharina Azevedo

    Mas gente, não era pra ser uma matéria sobre os dois lados? Só li coisas ruins e por isso vou deixar minha opinião aqui. Tenho dois filhos e a experiência do meu primeiro parto foi horrível e traumatizante a ponto de eu ter perdido a vontade de ser mãe novamente graças a uma equipe despreparada e incompetente. Meu segundo filho não foi planejado e passei por uma gravidez cheias de complicações, fui bem recebida na maternidade Maria Amélia desde o dia da visita, onde já fiquei encantada pela forma que fui tratada e bem atendida, tive meu filho com 42 semanas e dois dias de parto normal, fiquei um mês na maternidade por complicações já previstas no meu pré natal e sinceramente, não tenho absolutamente nada a reclamar de lá. O meu parto nessa maternidade me fez perceber o quanto é um momento bonito, mágico e importante, foi uma experiência completamente diferente da primeira. Sempre recomendo a maternidade… Infelizmente, perdemos bebês em todos os lugares, não somente lá… Na caríssima perinatal tb, o descaso está em todo lugar, e os planos de Deus tb mas convenhamos que existem lugares bem piores que este no Rio de Janeiro e pela minha experiência lá, e de pessoas próximas de mim tb, entendo pq é um hospital referência no RJ.

  15. Ana Carolina Braga Monte

    Eu, quando fiquei grávida, nunca havia cogitado a possibilidade de ter minha filha no SUS e muito menos um parto humanizado. Quando estava com 32 five uma complicação, parto sendo induzido por uma infecção urinária e fiquei 7 dias internada na Maternidade Herculano Pinheiro tb do SUS e percebi as vantagens do PN. Contratei uma Doula que me indicou o MMA, fui conhecer a maternidade e adorei as dependências e qdo precisei voltar com 41 semanas fui muito bem atendida. O nascimento da minha filha foi mágico, inesquecível e a minha experiência lá foi a melhor possível. Eu tinha pavor de pensar nesse hospital por causa desses relatos, mas acabei percebendo que infelizmente essas fatalidades acontecem em tudo que é lugar.

  16. Fui muito mal atendida na Maternidade Maria Amélia! Estou com 41 semanas e fui a maternidade M.A, assim como o meu obstetra e o posto de saúde me recomendou. Cheguei lá às 7 : 30 da manhã, hoje dia 20/7 sendo que a data prevista para o parto era dia 13/7. Aguardei um tempo até chegar a técnica em enfermagem que mediu minha pressão e temperatura, fiquei aguardando a médica que quando chegou foi grossa e me disse que não achava que eu estou com 41 semanas, apesar de está escrito escritoccartão do pré natal. Fui levada a uma sala para ouvir o coração do bebê e depois ela me liberou. Apesar de eu falar que fui orientada a ir para a Maternidade M.A, elame disse qque no posto não sabem não tem obstetra e eu expliquei que sou acompanhada por um obstetra experiente no particular e ela ignorou. Foi bem rude e fria e me disse pra voltar só na semana que vem dia 27/7 quando eu estarei com 42 semanas. E meu bebê pode estar em risco e a Maternidade ignorou. Não recomendo!

  17. Quele Cristine

    Bom vou contar minha história.
    Davi nasceu perfeito e parto normal na maternidade Fernando Magalhães em São Cristóvão.
    Davi nasceu 31/03/2015.
    Levei Davi na clínica ta família com febre ,transferiu Davi da clinica pra maternidade Maria Amélia.
    Chegando la ele foi diagnosticado com pneumonia precisou ficar na uti neonatal.
    Davi teve 2 paradas cardíacas,ficou em coma.
    Em Julho dia 19 Davi teria alta porque já estava bem mamando ,eu fui em casa pra limpar tudo pra chegada do meu bebê.
    Quando eu voltei meu bebê estava em coma novamente.
    Duas mães me falaram que a médica que deveria estar olhando ele ficou no celular na Internet e deixou meu bebê chorar ,ele chorava muito ela so foi ver ele quando ele jà estava roxo.ele tinha C.I. V furinho na veia do coração ele não podia chorar muito.
    Afastaram ela do hospital mais abafaram o caso.
    Meu filho faleceu depois de quatro meses internado .
    Atestado de óbito deu falência múltipla dos órgãos.
    Eu nunca levei pra frente pq fiquei mal durante muito tempo.
    Mais agora o que eu puder fazer pra ir atrás dos meus direitos como mãe eu farei.
    Se alguém puder me ajudar eu agradeço.

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